quarta-feira, 11 de março de 2020

O coronavírus perto de Paulo Afonso e Região

Redação Ednilson DRT-BA : 6200, quarta-feira, março 11, 2020 por Ricardo de Souza


Ele já está bem perto de nós. Ali em Feira de Santana. Embora as autoridades sanitárias temam e não recomendem o “pânico”, cuidados de prevenção contra o COVID-19 certamente não nos farão mal. Creio prudente já evitarmos os apertos de mão, os abraços e as conversas a menos de um metro. Lavar sempre as mãos e procurar não estar ao alcance de tosses e espirros que carregam partículas contaminadoras.

Quais os sintomas? Observe o depoimento de Carl Goldman, de 66 anos, proprietário de uma rádio na Califórnia, primeiramente internado em um quarto de hospital com janelas de vidro grosso e portas lacradas desde 17 de fevereiro depois de ter contraído o vírus no cruzeiro Diamond Princess, sentindo-se “como um peixe dentro de um aquário”.

Goldman é um dos 88 passageiros americanos que contraíram a enfermidade enquanto navegava na costa do Japão. Dos 3700 passageiros, 619 foram infectados e 6 morreram. Ele relata que o coronavírus o atacou “muito forte e rápido”.

Ele ficou em quarentena no navio por várias semanas. Após a liberação, os resultados de Carl deram positivo. Ele foi levado de volta para casa de avião. “Na viagem, tive um pouco de tosse que atribuí ao ar seco da cabine. No desembarque, tinha febre alta. Eu estava ardendo em febre.” Os médicos militares o puseram em área de quarentena. O sintomas de tosse e muco tinham sido leves.

Os médicos medem a temperatura a cada 3 horas e indicam exercícios de respiração. Ele agora caminha ao redor da casa para estimular a circulação do sangue e para se manter otimista. Ele sabe que ainda tem uma longa caminhada pela frente.

Matéria publicada em El Clarín de Buenos Aires em 09.03.2020 e traduzida e adaptada do espanhol por Francisco Nery Júnior. Fotos El Clarín.

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